Modernização da Subestação Londrina impulsiona infraestrutura elétrica
A Subestação Londrina passou por uma modernização significativa com um aporte de R$ 64,3 milhões da AXIA Energia. O destaque é a instalação de um novo banco de autotransformadores, equipamento essencial para ampliar a capacidade de transformação da subestação e garantir o atendimento eficiente de Londrina e municípios vizinhos.
Esse novo banco opera em tensões de 525/230 quilovolts (kV) e tem capacidade para 672 megavolt-amperes (MVA). Na prática, isso significa maior transferência de energia entre diferentes níveis de tensão, o que aumenta a segurança operacional e a flexibilidade da rede elétrica na região.
Impacto regional e integração ao Sistema Interligado Nacional
A Subestação Londrina faz parte do Sistema Interligado Nacional (SIN), que conecta a geração e transmissão de energia em todo o país. Com a modernização, a infraestrutura se prepara para acompanhar o crescimento da demanda por eletricidade no Norte do Paraná, garantindo mais estabilidade e eficiência no fornecimento.
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Marcelo Calvet, diretor de Implementação da Geração e Transmissão da AXIA Energia, destaca que o investimento reforça o compromisso da empresa com a modernização da transmissão de energia. “O novo banco fortalece um ativo estratégico para o Paraná, amplia a capacidade de resposta da rede e cria condições para apoiar o desenvolvimento econômico e o crescimento da demanda por energia na região”, afirma.
Regulamentação e expansão da receita da AXIA Energia
As obras receberam autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com a entrada em operação do novo equipamento, a AXIA Energia terá um acréscimo de R$ 8,3 milhões em sua Receita Anual Permitida (RAP), valor que remunera a prestação dos serviços de transmissão.
Além da subestação em Londrina, a empresa mantém operações em várias outras localidades do Paraná, como Curitiba, Foz do Iguaçu, Areia, Campo Mourão, Salto Santiago e Salto Osório. A companhia também administra o sistema de transmissão em corrente contínua de alta tensão (HVDC) entre Foz do Iguaçu e Ibiúna (SP), que transporta energia da Usina Hidrelétrica de Itaipu para o sistema brasileiro.

