Aumento no número de casos de dengue preocupa autoridades de saúde do estado
Na última terça-feira (31), a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) apresentou o mais recente boletim semanal sobre a dengue, trazendo à tona a informação alarmante de que foram registrados 240 novos casos da doença. Desses casos, 13 foram classificados como graves, mas felizmente não houve relatos de novos óbitos. Até agora, o ano epidemiológico de 2026 soma um total de 26.853 notificações, com 1.602 casos confirmados e um falecimento decorrente da dengue no estado.
As regionais de saúde que apresentam os maiores índices de casos confirmados neste ciclo epidemiológico incluem a 17ª Regional de Saúde (RS) de Londrina, com 406 ocorrências, seguida pela 14ª RS de Paranavaí, que contabiliza 235 casos, e a 15ª RS de Maringá, com 138 confirmações.
Além disso, a Secretaria informou sobre a confirmação de um novo caso de Chikungunya nesta semana, elevando o total anual para 35 casos, acompanhados de 555 notificações da doença. Em relação ao vírus Zika, o cenário permanece sob controle, com 19 notificações, mas sem registros de casos confirmados até o momento.
O aumento expressivo no número de casos de dengue chama a atenção das autoridades de saúde, que têm intensificado as ações de prevenção e conscientização. Em regiões com maior incidência, campanhas educativas e medidas de combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor da doença, são constantemente promovidas. A colaboração da população é essencial para reduzir os focos de reprodução do mosquito e, assim, conter a proliferação da dengue.
Vale lembrar que a dengue é uma doença viral transmitida pelo Aedes aegypti, que pode causar sintomas como febre alta, dores no corpo e manchas na pele. Nos casos mais graves, pode evoluir para o choque hemorrágico, exigindo atenção médica imediata. Diante disso, a conscientização sobre a importância de evitar água parada e adotar medidas de proteção é fundamental para preservar a saúde coletiva.
Com a chegada do período de chuvas, a proliferação dos mosquitos tende a aumentar, reforçando a necessidade de vigilância constante. O cenário epidemiológico do Paraná deve ser monitorado de perto, e a população deve permanecer alerta às orientações das autoridades de saúde.

